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20 de agosto de 2010

Sócrates

Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância.

15 de agosto de 2010

Filosofia Induísta

Na Índia, são ensinadas as "Quatro Leis de Espiritualidade" :

A primeira diz:
"A pessoa que vem é a pessoa certa"
Significando que ninguém entra em nossas vidas por acaso, todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, tem algo para nos fazer aprender e avançar em cada situação.

A segunda lei diz:
"O que aconteceu? A única coisa que poderia ter acontecido”
Nada, nada, absolutamente nada que nos acontece em nossas vidas poderiam ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum "se eu tivesse feito tal coisa ..., aconteceu que um outro ...". Não. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e deveria ter sido para nós aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.


A terceira diz:
"Toda vez que você iniciar é o momento certo"
Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que a coisas acontecem.

E a quarta e última diz:
"Quando algo termina... termina"
Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa evolução, por isso é melhor sair, ir em frente e seguir em frente e se enriquecer com a experiência. Não é por acaso que estão lendo isto, se este texto vem a nossa vida hoje, é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado!

13 de agosto de 2010

Antônio Aleixo


Há tantos burros mandando
      Em homens de inteligência, 
            Que às vezez fico pensando,
                  Que a burrice é uma ciência.

11 de agosto de 2010

Canizares

Para se conseguir um bem maior é necessário fazer bom uso dos já existentes.

7 de agosto de 2010

Ernest Hemingway

Nunca confunda movimento com ação.

6 de agosto de 2010

Cervantes

Seja passado o Passado; tome outra vereda e basta.

5 de agosto de 2010

Chuang Tse

Uma vez que o significado tenha sido entendido, pode-se esquecer as palavras . . .